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Fundação Museu Nacional Ferroviário - Armando Ginestal Machado




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Centro de Investigação

Centro de Investigação

 

 

Entre os objetivos a médio e a longo prazo da Fundação e do respectivo Museu Nacional Ferroviário encontra-se a constituição de um pólo de investigação das tecnologias ferroviárias no Entroncamento. Este Centro pretende desenvolver o conhecimento da história das técnicas e das tecnologias, tanto do ponto de vista histórico, arqueológico, como do ponto de vista científico e técnico, de carácter inter e pluridisciplinar.

 

Os seus fins são de natureza científica no âmbito das ciências humanas, sociais e arqueológicas e das ciências compostas e aplicadas à conservação e restauro de material circulante e património ferroviário e industrial e à museologia industrial. Pretende-se ainda potenciar o conhecimento integrado do sistema ferroviário, nas suas diferentes estruturas, transportes, organização industrial e aspectos económicos, sociais, culturais e industriais.

 

Tendo como horizontes aqueles objectivos estabeleceram-se protocolos com instituições de ensino superior e iniciaram-se contactos com instituições ferroviárias, universidades portuguesas e com associações do património ferroviário e industrial, nacionais e estrangeiras com a finalidade de se encontrarem parcerias que possam garantir a criação do referido Centro associado, entre outros aspectos, ao restauro do material ferroviário de acordo com os princípios tecnológicos, os materiais industriais e as normas e critérios de conservação e restauro, adaptadas à realidade do património ferroviário de interesse cultural e museológico.

 

Este Centro de Investigação, para além da contribuição para a pesquisa de conteúdos a aplicar no âmbito da museologia do próprio museu (exposições permanentes e temporárias do Complexo do Entroncamento e Núcleos Museológicos) e de outros parceiros nacionais e estrangeiros irá promover a divulgação da cultura tecnológica ferroviária, nas suas diversas vertentes e formas. Para tal estabeleceu-se uma articulação entre o Centro Nacional de Documentação Ferroviária (CNDF) e o Museu com o objectivo de apoio à investigação académica universitária, aspecto que se pretende estender a outros arquivos, centros de documentação e investigação públicos, associativos e autónomos relacionados com os caminhos de ferro.

 

Objectivamente iniciaram-se já estudos integrados em projectos de desenvolvimento do planeamento museológico do Complexo Ferroviário do Entroncamento, associados ao Armazém de Víveres e às Oficinas do Vapor, com a finalidade de fundamentar os projectos arquitectónicos de recuperação, restauro e refuncionalização museológica.

 

Simultaneamente vão estudar-se as Oficinas do Barreiro e do Estoril, associadas ao levantamento arquivístico das Linhas do Sul e Sueste e da Linha de Cascais.

 

Promove-se junto dos alunos de arqueologia industrial da Universidade Nova de Lisboa, o estudo e o arranque da arqueologia ferroviária, como uma outra vertente da arqueologia industrial.

 

Pretende-se ainda constituir um banco de dados sobre os engenheiros portugueses relacionados com os caminhos de ferro. Ver Armando Ginestal Machado.



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