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Fotografia do interior do Comboio Real

Coleção do Museu Nacional Ferroviário

Fotografia do interior do Edifício 20

O acervo do Museu Nacional Ferroviário integra uma coleção variada de peças associadas à temática ferroviária, que abrangem desde o material circulante (locomotivas, carruagens, vagões, entre outros) a um diversificado conjunto de objetos que o complementam.

A diversidade associada à qualidade e quantidade de objetos – cerca de 36 000 -, assim como à sua dimensão, torna o Museu único no panorama nacional.

A coleção inclui as seguintes categorias:

  • MATERIAL CIRCULANTE
  • VIA E CATENÁRIA
  • OFICINA
  • COMUNICAÇÃO
  • INFORMAÇÃO E SINALIZAÇÃO
  • ESTAÇÃO E ESCRITÓRIO
  • TARIFÁRIOS E BILHÉTICA
  • PROTEÇÃO E SEGURANÇA
  • RESTAURAÇÃO
  • SAÚDE
  • ESPÓLIO DOCUMENTAL

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Vídeo do restauro do Comboio Real

Conservação e Restauro do Comboio Real

Vídeo do restauro do Comboio Presidencial

Conservação e Restauro do Comboio Presidencial

Vídeo da inauguração do Comboio Presidencial após restauro

Inauguração do Comboio Presidencial Português

O Património edificado

Para além da coleção de bens móveis, o Museu destaca-se ainda pelo seu património edificado, nomeadamente os diversos edifícios históricos integrantes do primeiro Complexo Ferroviário do Entroncamento e que atualmente albergam a exposição.

Caso do antigo Armazém de Víveres (parte dos serviços sociais então disponibilizados aos funcionários da Companhia), da Rotunda de Locomotivas (da qual se preserva a placa giratória, original de 1911), das Antigas Oficinas do Vapor, nas quais se realizava a manutenção de material circulante e que funcionou durante mais de 100 anos, ou ainda da Central Elétrica, construída na década de 1920, e exemplar notável e único em Portugal.

Glossário

B

  • Balastro – material de granulometria selecionada destinado a suportar e encastrar as travessas, a distribuir as cargas transmitidas pelas travessa à plataforma, a conferir elasticidade à via e a facilitar a drenagem.
  • Bitola – Também designado por largura da via. Distância entre as faces interiores das cabeças dos carris de uma via simples, medida 15mm (esta cota varia de país para país) abaixo da mesa de rolamento e em esquadria com os carris.
  • Báscula – balança para pesagem de veículos ferroviários, inserida na linha férrea e cujo mecanismo de pesagem está instalado num fosso criado para o efeito sob o equipamento da via.
  • Bogie – estrutura mecânica constituída por dois ou mais eixos de rolamento e por um sistema de amortecimento que liga a caixa do veículo ao carril. Possui liberdade de movimento, de forma que as rodas podem girar ou seguir uma trajetória com o mínimo de esforço e atrito.
  • Bilhética – Conjunto complexo de operações que integram a emissão de um título de transporte, a sua validação e controle, bem como os processamentos necessários para fins de gestão e estatística.

C

  • Cabina de condução – espaço reservado, na unidade motora, para o maquinista.
  • Carril – Perfil de aço laminado. Componente da superestrutura da via, que recebe as cargas do material circulante, guiando-o ao longo da via-férrea.
  • Comboio – Conjunto de veículos rebocados ou impelidos por uma ou mais unidades motoras; conjunto de unidades motoras ou unidade motora isolada, que efetua um percurso determinado segundo uma marcha previamente estabelecida entre duas dependências. O termo comboio também é, por vezes, substituído pelo termo genérico circulação.
  • Caminho-de-ferro – caminho construído por linhas equipadas com carris de ferro colocados em paralelo (e outros elementos construtivos) sobre os quais rolam os comboios e afins.
  • Catenária – linha aérea formada por um ou mais fios de contacto e um ou mais condutores longitudinais que, suportando mecanicamente aqueles, têm também função de transporte de energia elétrica.
  • Comunicação – refere-se aos diferentes processos de comunicação, sejam estes telegráficos, telefónicos, acústicos e elétricos, usados nas diferentes redes ferroviárias, destinados à regulação da marcha dos comboios e à informação aos passageiros.

D

  • Depósito de máquinas – instalação destinada a garagem, manutenção e assistência de rotina de veículos. Armazenagem ou reservatório. Cada locomotiva ou veículo de tração está normalmente afeta a um depósito.

E

  • Estação – Local de paragem de circulações ferroviárias. Conjunto de instalações fixas, com todas as dependências necessárias ao serviço geral. Têm designações especiais, segundo a sua situação local, serviço que prestam e fim a que se destinam. Onde se podem realizar operações relativas à receção, formação e expedição de comboios.

L

  • Locomotiva – Veículo trator. Pode ser movido a vapor, a diesel, a eletricidade. Pode tracionar veículos de linha, manobra, de mercadorias e de passageiros.

M

  • Maquinista – agente habilitado a conduzir qualquer unidade motora.
  • Material circulante – designação geral atribuída ao conjunto de veículos ferroviários, entre eles, automotora, carruagem, dresine, locomotiva, quadriciclo, vagão.

O

  • Obra de arte – definição genérica para pontes, viadutos, passagens superiores e túneis
  • Oficinas ferroviárias – instalações especiais associadas às redes ferroviárias destinadas a proceder à manutenção, reparação ou construção de material circulante ou ainda à preparação do material de via e obra (forjas, fundições e oficinas metalo-mecânica unidades de serração e de creosotagem).

P

  • Passagem de nível – cruzamento de nível de via pública ou privada com as vias férreas. Também designada por Passagem Nivelada ou simplesmente PN.
  • Placa giratória – instalação que permite, girando em torno de um eixo, encaminhar veículos de uma linha para várias linhas de estacionamento dispostas radialmente. Também designada por “Rotunda de locomotivas”.
  • Plataforma – Cais para embarque e descida de passageiros ou mercadorias.

R

  • Rolar – O mesmo que circular.

S

  • Sinal – Sistema utilizado pelos agentes das estações, da via e dos comboios, como meio de transmissão de indicações convencionais, óticas ou acústica, respeitante à segurança, circulação e manobra dos veículos ferroviários.
  • Sinalização – conjunto de equipamentos técnicos, organização e regulamentos destinados a garantir a segurança e a eficácia do tráfego ferroviário.

T

  • Travessa – elemento situado transversalmente à via que faz a ligação entre o carril e o balastro. A roda atua sobre o carril, transmitindo-lhe tensões elevadas, a travessa recebe essas tensões e transmite-as, degradadas, à camada de balastro de tal forma que elas sejam compatíveis com a sua capacidade de resistência e de deformação.

V

  • Via estreita – via em que a bitola é de 1 metro. Também denominada via métrica.
  • Via-férrea – conjunto de elementos que servem de base de sustentação e encaminhamento dos comboios. Também designado de “caminhos-de-ferro”.
  • Via larga – via dita larga ou normal tem uma bitola de 1668mm, a praticada na Península Ibérica. A via larga europeia tem uma bitola de 1435mm.

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