Foram cerca de 13 momentos de música, teatro e cinema, aos quais se juntaram atividades de inspiração steampunk, bem como uma Feira do Livro e uma Feira de Artesanato.
Na música, o primeiro dia do festival começou com o concerto dos Mandra, banda de pós-rock do Entroncamento. Seguiu-se Iolanda, que, para além de dar a conhecer temas do próximo álbum, trouxe dois convidados ao palco: o rapper xtinto e Rafael Alves. Seguiram-se os ritmos de Fogo Fogo e a noite terminou com um DJ set de Stereossauro.
No dia seguinte, o público assistiu ao intimista concerto de Rita Vian, à ponte musical entre o Brasil e Cabo Verde proporcionada por Arapucagongon, ao concerto de Motherflutters e à atuação de Mayra Andrade. A edição terminou com o DJ set das Hermanas Sisters, a quem coube a missão de encerrar o festival.
Em ambos os dias, houve ainda lugar para a peça Antiprincesa Clarice Lispector, de Cláudia Gaiolas, sessões de curtas-metragens do Planos Film Fest e diversas atividades em parceria com a Liga Steampunk: a Fábrica de Autómatos, a Banca da Liga, um espaço de fotografia com adereços SteamSnap, Jogos de Tabuleiro e uma oficina de reciclagem para toda a família. O programa incluiu também a Feira de Artesanato e a Feira do Livro, em parceria com a DLNC – Distribuidora Nacional de Livros Convergência.
Houve ainda espaço para um programa dirigido às escolas, na tarde de 2 de outubro, que contou com a participação de algumas turmas do 1.º ciclo do Entroncamento.
“Mais um ano, tivemos um Festival Vapor aberto a todos, pela sua programação tão diversificada, e pelas medidas de acessibilidade e de inclusão que, para nós, são uma preocupação permanente. É importante sensibilizar novos públicos para a ferrovia, o meio de transporte mais sustentável – sobretudo no ano em que comemoramos os 170 Anos do Caminho de Ferro em Portugal: Uma História em Movimento!”, assinala Manuel de Novaes Cabral, presidente da Fundação Museu Nacional Ferroviário.
Nelson Cunha, presidente do Município do Entroncamento, refere que “o Festival Vapor é já um evento de referência do Entroncamento, que valoriza a nossa identidade ferroviária e traz cultura, criatividade e vida à cidade. Queremos continuar a fazê-lo crescer e a afirmar o Entroncamento como a cidade ferroviária de Portugal. Em 2027, o Festival Vapor estará de volta”.
Em termos de acessibilidades, este ano, pela segunda vez, o Festival Vapor contou com o apoio da Fundação “la Caixa”, em colaboração com o BPI, possibilitando o reforço do plano de acessibilidade.
O Festival Vapor, que conta com cerca de uma centena de pessoas na sua realização, foi, uma vez mais, lugar de encontro entre a comunidade e públicos de distintas origens geográficas e culturais, através de um leque alargado de expressões artísticas.
Por estes dias, num ambiente acessível e inclusivo, capaz de acolher todas as pessoas, Fantasiou-se o Futuro.